O meu kit de óleos essenciais para o inverno



Os meus óleos são tudo o que necessito para um inverno saudável e cheio de vitalidade.

o óleo essencial de oregãos já me ajudou a superar mais do que uma constipação forte.

O Digestzen é infalível com as crises estomacais e gástricas.

Com o Vetiver mantenho os pés na terra e o foco para poder trabalhar, mesmo com crianças pequenas por perto.

O Onguard ajuda-nos a manter as superfícies livres de germes e e o sistema imunitário activo.

O óleos essencial de Franckinsense é o meu seguro de vida, o meu regenerador celular. Aquele que me está a ajudar a reverter uma genética com mais doenças graves do que eu gostaria de ter.

Não pretendo viver até aos 200 anos mas enquanto cá estiver, que me mantenha saudável e energizada.


Bem hajam

Gratidão ♥ *•.¸Paz¸.•♥•.¸Amor¸.•♥•.¸Sabedoria¸♥ •.¸Prazer¸.•♥•.¸Alegria¸.•♥•.¸¸ Vida

O menino e o meteorologista

Peninha/Sintra
Quando o meu filho começa a ficar muito interessado num tema, e a fazer milhares de perguntas sobre esse mesmo tema, gosto fazer uma lista das perguntas e o levar a conversar com especialistas. 

2017 foi o ano da meteorologia, tantos furações e tornados, cheias e discussões sobre aquecimento global (a favor e contra a perspectiva do Mr. Trump), deixaram-no curioso o suficiente para procurarmos um meteorologista.

Foi então que conhecemos o Francisco do BestWeather. O meu filho tinha perguntas sobre furações e tempestades e ele passou uma tarde da sua vida a mostrar, a um menino de 8 anos, como se fazem previsões de tempo, como se analisam dados estatísticos em computadores gigantes, quais os significados das cores em diferentes mapas, como se prevê algo sem fazer magia, como se fazem as contas às gotas de água e à vida.

Uma das perguntas do meu filho, e que passei previamente ao Francisco, era "como se sentirá um meteorologista quando lhe perguntam a sua profissão e tem que responder "eu sou meteorologista?" Será que se sente como um otorrinolaringologista, quando lhe fazem a mesma pergunta?"

O Francisco fez-me rir imenso quando respondeu que "um meteorologista, quando anda de avião, se sente como um otorrino, se ele se pudesse encolher e meter dentro da garganta ou do nariz ou dos ouvidos do doente".

Ficamos a saber que os meteorologistas, ao andar de avião, vêem coisas que nós não vemos, diz ele que "a andar de avião sou assim. Olha estratocumulos (...) eh aqui vai haver turbulência devido ao gradiente vertical (...) Olha que fixe estamos a atingir a tropopausa". E ficam excitadissimos quando vêem nuvens diferentes. "vi umas nuvens que nunca tinha visto a descer para cá (...) ena fiquei fascinadissimo, pareciam cumulunimbus incus em miniatura". Não vejo a hora de partilhar um voo com um meteorologista.

Para o meu filho foi muito bom conhecer um profissional auto-didata (geógrafo de formação) cuja paixão o levou a analisar mapas, escalas, dados estatísticos e números vários, quase sem parar. Alguém que tem prazer com o que faz e o faz bem.

Agora, quando o meu filho salta para a rua porque quer correr à chuva, sentir temperatura da água, testar a resistência do vento, ir ver a maior e mais desalinhada onda do mar, ver o maior raio, sentir o maior trovão, sabe que o Francisco (e outros como eles) estarão a fazer o mesmo.

Eu retribuo o carinho divulgando o seu trabalho.

Peço que a equipa do Best Weather Facebook e vejam por vocês mesmos como são gentis e eficazes.

Criaram um serviço que nos permite saber, com precisão, o tempo em determinado local e dia, o que ajuda muito a planear casamentos, concertos e outros eventos.

Agradeço a atenção e agradeço também se lá forem gostar e seguir a página do BestWeather no Facebook 

Universidade de Lisboa





Gratidão ♥ *•.¸Paz¸.•♥•.¸Amor¸.•♥•.¸Sabedoria¸♥ •.¸Prazer¸.•♥•.¸Alegria¸.•♥•.¸¸ Vida

A menina e o mocho



Até aos dois anos e meio - altura em que fui para o colégio de freiras - estava entregue aos cuidados de uma família vizinha: Avó, mãe, 3 filhas e 1 filho, revezavam-se para "olhar pela criança" que lhes desarrumava a casa e complicava o quotidiano.

Contam elas, entre gargalhadas e a revirar os olhos- as filhas que a avó já morreu e, em vida, era de poucas palavras e sorrisos - que eu era "imparável", "terrível", "estragava tudo em que punha a mão", "atirava-me de cabeça pala escadaria abaixo", "caia de cabeça dentro do tanque cheio de água", "tirava tudo de dentro dos armários", "nunca dormia", "não parava quieta".

Quando "tinham o que fazer" - ou seja, todo o dia - punham-me, a pé, em cima de um banco mocho e iam advertindo "não te mexas senão cais", "fica quieta ou vais para o hospital", "porta-te bem", "olha que eu digo à tua mãe que te portaste mal", "não chores, queres apanhar?, "Já te dou motivos para chorares" (e como eram do Porto, diziam também outras coisas que não vou escrever aqui) e eu, ali ficava, a chorar, chorar, chorar, até desistir e me calar.

Lembro-me de muito pouca coisa da minha infância mas tenho muito nítida a imagem a mover-se enquanto lavava a loiça, e do medo que tinha de cair do banco abaixo.

Queixar-me não era uma opção. Estar em cima do banco, com medo de cair, era visto como "normal" e cresci a ouvir contar esta história como se de uma piada se tratasse. Aliás, era uma solução genial que conseguia domar a "danada da miúda".

Nenhuma das pessoas envolvidas nesta história o fazia "por mal", era ou é "má pessoa" e nenhuma delas imagina sequer as consequências que a repetição desde acto de violência teve sobre mim. Eu mesma não o sabia até muito recentemente.

Sempre que me encontro numa situação de crise, humilhação, sofrimento, perda - ou qualquer outra que espolete emoções negativas - sinto uma grande urgência em "fazer algo", "agir",  "resolver tudo" mas, invariavelmente, fico petrificada, reajo com uma enorme crise de ansiedade, perco o equilíbrio e desisto. Quando desisto, penso"está tudo bem, se ficar quieta e calada, isto passa".

Eis que, há cerca de 4 anos, depois de ter dito as palavras mágicas "quieta e calada que isto passa" - e tê-las verbalizado foi um passo de gigante, pois só as pensava - senti, com muita clareza, a falta de equilíbrio, o desamparo, o medo, a impotência e fui transportada para cima do banco mocho. Foi a primeira vez que se fez uma ligação directa entre o que estou a sentir agora e o que sentia quando forçada a ficar em cima do banco.

É verdade que as crianças "aguentam tudo", "são resistentes",  que também nós e os nossos pais "passamos por muito e estamos aqui" a questão é, como é que estamos aqui? Com que emoções reprimidas, com que memórias, com que reações ao que vivenciamos no quotidiano, com que capacidade de criar novas realidades, com que nível de reflexividade sobre nós e sobre o mundo?

Que mochos trazemos no coração e que influência "eles" tem sobre o que somos?

(Repost de 25/02/2013)


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2018 - O melhor ano das nossas vidas


"Se você soubesse que só tinha um ano mais o seu filho ao que o iria expor? Onde iriam? O que comeriam? O que assistiriam? O que fariam?

Se você tivesse apenas um ano - e depois, tudo acabou, o que você faria? Quatro estações. Doze meses. 365 dias.

Faça isso este ano. E no próximo.É assim que a educação não escolar funciona. Viver a vida como se fosse uma aventura. Como se você tivesse apenas uma quantidade limitada de tempo com essa criança.""(http://sandradodd.com/gettingit)



 Gratidão ♥ *•.¸Paz¸.•♥•.¸Amor¸.•♥•.¸Sabedoria¸♥ •.¸Prazer¸.•♥•.¸Alegria¸.•♥•.¸¸ Vida

Como, quando e porque é que decidiram não por os meninos na escola?

Quem me conhece pessoalmente sabe que há quase uma década que me dedico à minha família é à maternidade de forma (quase) exclusiva, poucas são as oportunidades que tenho - e isto entende-se ao pai dos meus filhos - para sair e conviver, sem as crianças. Nem sei se lhe deveria chamar “oportunidades” já que estas não surgem espontaneamente, são criadas e nós não nos dedicamos a criar oportunidades para sair de casa, só entre adultos, para estar com amigos, para viajar ou estar sozinhos, nós fizemos outras escolhas.  

Quando digo que me dediquei à maternidade, não pretendo insinuar que me tornei uma “fada do lar”, que passa o dia entre os tachos, a criar refeições divinas (embora eu tenha muitas vezes a sensação de que passo, efectivamente, uma grande parte do dia na cozinha, sobretudo a lavar loiça) e tem uma casa, jardim, horta e filhos imaculados,sem nódoa que se possa apontar. Pelo contrário, o caos parece ser uma constante nas nossas vidas e isto porque decidimos não por os meninos na escola, pelo que, só não há correria, gritaria, gargalhadas e muita vida nesta casa, quando as crianças estão a dormir e, por essas horas, já nós estamos também cansados demais para pensar em gastar o último fôlego a tornar de revista, a casa que se vai, inevitavelmente, desarrumar e encher de vida no dia seguinte.

Ora, o que faço eu então, que me tornei “doméstica” e “dona de casa”, que a tal desafio dedico todo o meu tempo, se não o sou? Faço ensino doméstico!  Isto é, os meninos não vão ao infantário, jardim de infância, pré-primária e escola primária, aprendem connosco, em casa, e em vivências que lhes proporcionamos fora de casa (ainda não sei como vai ser no segundo ciclo pois ainda não chegamos lá).

Uma das questões que mais me colocam é uma variante de “como, quando e porque é que decidiram não pôr os meninos na escola?” e é sempre dificílimo de responder.

Não foi por eu não gostar da escola que um dia decidi que os meus filhos não iriam passar pelo mesmo. Eu sempre gostei da escola, aliás, eu era daquelas crianças que anseiam pelo regresso às aulas em Setembro e tive um bom percurso escolar. Até recentemente lecionava na universidade e considerava o sucesso escolar a melhor medida de sucesso pessoal. Também não foi porque um dos meus filhos tive algum tipo de dificuldade, ou má experiência na escola, eles nunca estiveram numa escola, como alunos.

Quando o meu filho mais velho tinha cerca de dois anos, fiz voluntariado numa escola ligada à pedagogia Waldorf. Este trabalho voluntário cumpria, para mim, vários objectivos, nomeadamente: o de sair do apartamento na cidade e estar, diariamente, em contacto com a natureza; o de estar com outros adultos e permitir ao meu filho brincar com outras crianças;  o de aprender mais sobre a pedagogia Waldorf e a antroposofia, de forma a trazê-la para o nosso quotidiano. 

Da experiência de voluntariado em contexto escolar poderia advir, ou não, a vontade de o meu filho, no ano letivo seguinte e já com três anos, integrar uma das turmas da escolinha mas, tal não aconteceu, pelo contrário, ele não tinha qualquer interesse em se juntar aos outros meninos ou seguir as educadoras para além dos tempos de brincadeira no recreio. 

Eu, que já há um ano lia e estudava todos os materiais que encontrava sobre ensino doméstico e unschooling, compreendia a sua recusa em integrar o grupo de crianças, em fazer parte da turma e, ao mesmo tempo, legitimava, com aquela experiência, as minhas descobertas de que existem formas de educar e modos de vida que não passam pela escola e que, sendo legais em Portugal, se apresentam, para nós, como uma escola legítima.

Foi por acreditar no ensino doméstico e no unschooling, por acreditar que é o melhor para a minha família que escolhi fazê-lo. Nenhuma escola, projecto alternativo, comunidade de aprendizagem, seria perfeita para nós pois a nossa escolha é viver sem escola.

Esta é a nossa estoria e a resposta mais verdadeira que podemos dar às perguntas “como, quando e porque” decidimos fazer unschooling. Mas, eu vejo pelos olhares dos meus interlocutores, que não é uma resposta que satisfaz. Talvez eu mesma não me apresente com muitas certezas e, de facto, não as tenho. Escolher fazer ensino doméstico não nos traz menos dúvidas do que escolher a escola pública mais perto de casa - com todas as vantagens e desvantagens que daí advém - quando se podia ter escolhido a melhor escola privada da cidade, ou, vice versa.  

É mais fácil explicar e justificar, porque se escolheu a escola com a pedagogia x ou y - permite estabelecer comparações com outras escolas e métodos de ensino, permite apresentar números, resultados - do que explicar porque se escolheu o ensino doméstico. É também mais fácil elaborar sobre as dúvidas em relação à escolha da escola ou tipo de pedagogia do que expôr, com terceiros, as nossas dúvidas sobre o ensino  doméstico.  

Quem escolhe uma muito boa, ou muito má, escola não tem nada a provar, o ónus da prova  está no corpo docente, eles é que tem que apresentar resultados. Quem opta pelo ensino doméstico, é responsável pela escolha, pela implementação diária e pela apresentação dos resultados o que dá muita margem, tanto para dúvidas, como para críticas. Mais difícil ainda é explicar porque se escolheu fazer deschooling e depois unschooling, isto é, não ir à escola nem fazer escola em casa.  

Um lugar comum seria dizer que é sempre mais fácil justificar e conversar sobre as escolhas e dificuldades da maioria do que da minoria e, em Portugal, somos um grupo muito residual de famílias em ensino doméstico.

Aprendi a não me perder em explicações sobre as nossas opções e a não expor as minhas dúvidas e incertezas, a quem tem, sempre teve e sempre vai ter, os filhos na escola, tal como, com quem faz ensino doméstico há menos tempo do que eu. Não é que não confie nestas pessoas, contenho-me porque, me diz a experiência, que o diálogo se torna infrutífero para ambas as partes. Com todas estas pessoas sou o mais vaga possível, de forma a manter a conversa interessante e útil para todos.

Também não me demoro em considerações e criticas à escola, ao sistema de ensino vigente, nem a sonhar e projectar uma escola ou uma comunidade de aprendizagem diferentes. O nosso dia-a-dia não passa pela escola, nem por participar na mudança dos modelos agora implementados. Para nós, a revolução faz-se em casa, em cada um de nós, um dia de cada vez.

Noutros tempos passava horas a escrever, nomeadamente neste blog, mas também já não escrevo sobre a maternidade, a família, a aprendizagem, em primeiro lugar porque não me sobra tempo para a escrita, em segundo lugar porque há tantas pessoas mais experientes do que eu, com trabalhos fantásticos e com tão grande capacidade de resposta às nossas dúvidas, que é para esses que quero encaminhar quem me questiona sobre os “como e porquê?” da escolha do unschooling, mas também, sobre o (ou os) “”como fazer unschooling e fazê-lo bem?”

E assim chego ao que me levou a escrever este texto, partilhar a minha lista de recursos para conhecer e fazer unschooling (*). Pensei que se estivessem todos reunidos no mesmo sítio, me seria mais fácil passar a informação, da próxima vez que surgir em conversa.

Espero que seja útil.

CONHECER O UNSCHOOLING. O que é, em que consiste a aprendizagem, que questões teórico- práticas se levantam quando se pensa em fazer unschooling? Quem pode fazer unschooling?
Fazer download e ler o Livro introdutório gratuito What is Unschooling da PAM Laricchia, disponível em  http://livingjoyfully.ca

É um livro conciso, muito acessível e que ajuda a compreender o que é o unschooling e que passos dar no sentido da desescolarização para que seja possível fazer unschooling bem.
Ouvir o podcast Celebrating the Unschooling Life, da Amy Childs, disponível em
http://unschoolingsupport.com/category/podcast/

Existem outros podcasts, até mais actuais, mas este é o de mais fácil compreensão e o mais resumido. Levanta questões que nos fazem repensar a nossa relação com o conhecimento e com a escola. Questiona as nossas ideias pré-concebidas sobre a maternidade, a família  e a infância. Toca nas questões emocionais importantes para que  seja possível fazer a passagem  do paradigma da escolarização para uma vida sem escola. Ideal para quem quer conhecer o unschooling ou para quem tem filhos pequenos, logo, pouco tempo para ouvir com atenção.

APROFUNDAR OS CONHECIMENTOS SOBRE UNSCHOOLING. Como se faz? O que é preciso para fazer unschooling? Que desafios, que obstáculos e que respostas existem? Quem são as famílias que fazem unschooling e o que posso aprender com elas? O que muda na relação de um casal com filhos em unschooling? Que trabalho emocional exige o deschooling e unschooling?

Ler os 3 livros da Pam Laricchia:
Free to Learn
Free to Live
Life through the Lens of Unschooling
Disponíveis para compra na Amazon ou no site http://livingjoyfully.ca/books/

Ler os dois livros da Sandra Dodd. São eles:
Moving a Puddle and other essays disponível em http://sandradodd.com/puddlebook
Big book of unschooling disponível na Amazon e em http://sandradodd.com/bigbook/

Os 5 livros são compostos de artigos e/ou capítulos pequenos que podem ser lidos separadamente, ideal para quem não dispõem de muito tempo. Tratam de todas as questões teóricas sobre o unschooling e a desescolarização, tal como, apresentam exemplos práticos de como viver em unschooling. Ajudam-nos a conhecer e repensar os obstáculos que se nos podem apresentar, dando ideias de como os ultrapassar ou, melhor ainda, ajudam-nos a ser proactivos no sentido de construir caminhos e experiências que permitem fazer unschooling bem.

Depois de ouvido o podcast e folheados os livros acima mencionados (ou enquanto os estamos ler, se  forem tão ávidos  de conhecimento  e tão cheios de perguntas como eu) é importante fazer pesquisas temáticas que nos permitam responder aos pontos em que sentimos mais curiosidade, mais medo ou resistência e/ ou necessidade de aprofundamento sede de saber. Questões como “o que fazer todo o dia?”, “como conseguir tempo para mim”, “devo limitar a exposição à televisão”, “se o deixar, vê tv todo o dia”, “já tem x anos e não aprendeu a ler” , “como vai aprender matemática?”, “como explicar o unschooling à família alargada?”, "então e a socialização?"  foram já debatidas, à  exaustão, ao longo de mais de 30 anos, por mães e pais de unschoolers, de todas as idades, e os melhores resumos dessas conversas, podcasts, conferências, artigos, blogposts estão nestes três links:
Pam Laricchia - http://livingjoyfully.ca

VIVER EM UNSCHOOLING. Viver em unschooling implica a pesquisa permanente de respostas para as questões quotidianas que, na ausência de escola e de regras arbitrárias, são geralmente diferentes do que encontramos nos recursos tradicionalmente disponíveis para as famílias. Assim sendo, importa estarmos rodeados das ferramentas e pessoas que nos tragam a inspiração e as soluções que nos permitem viver de acordo com os princípios fundamentais do unschooling e da nossa família. Para mim, são eles:

O blog Just add ligth and stir em http://justaddlightandstir.blogspot.pt/?m=1

Para receber, diariamente, frases curtas que nos inspiram e motivam no percurso da desescolarização e unschooling. Cada frase vem acompanhada de links para que possamos explorar os vários temas apresentados.

O podcast Exploring Unschooling. Disponível em http://livingjoyfully.ca/podcast-2/

É composto por entrevistas aprofundadas a famílias unschoolers de todo o mundo, de discussões de livros sobre unschooling ou temas afins que são tratados sob o ponto de vista do unschooling e de sessões de perguntas e respostas que tratam a maioria dos temas que surgem no quotidiano de uma.família unschooler. Vai no episódio 103 (Dezembro de 2017) e cada episódio tem cerca de 1 hora. Estão disponíveis as transcrições do podcast e em cada episódio são disponibilizados os links dos todos os recursos mencionados o que nos dá mais pistas de aprofundamento. Eu teria adorado conhecer este podcast quando tinha só um filho é entanto ele ainda dormir a sesta, para poder ouvir atentamente, tirar notas e, sem dúvida, aprender muito e evitar muitos dos erros que já cometi.

As mailing lists e grupos de discussão onde as nossas perguntas e desabafos são devidamente analisados e enquadrados para que, ao lermos as respostas, estejamos efectivamente a dar um salto qualitativo no sentido de ultrapassar as dificuldades.
Para mim este espaço foi, durante 6 anos, o grupo Yahoo Always Learning. Acessível neste link: https://groups.yahoo.com/neo/groups/AlwaysLearning/info

Actualmente, as interacções da Always Learning transitaram para o Facebook, num grupo igualmente moderado pela Sandra Dodd. Aqui fica o link para que possam aceder à informação sobre o grupo Radical Unschooling Info e decidir se querem, ou não, aderir http://sandradodd.com/facebookgroup
Tanto a Always Learning como o Radical Unschooling info foram desenhados para unschoolers experientes o que implica, pelo menos, ter algum conhecimento prévio sobre unschooling e ter a cargo crianças em idade escolar. Não são os locais adequados para colocar questões sobre o dia-a-dia com crianças pequenas mas, a leitura e pesquisa, em ambos, pode ser muito útil para quem tem filhos pequenos, está a fazer o seu próprio deschooling e pensa fazer unschooling quando as crianças chegarem a idade escolar.

Uma ferramenta mais recente é o grupo Facebook Unschooling Q&A, de.perguntas e respostas sobre unschooling https://m.facebook.com/profile.php?id=1133087283404040&ref=content_filter

Para quem tem filhos pequenos, existe o grupo Unschooling mom2mom early childhood https://m.facebook.com/groups/1139112776136514, da Sue Patterson - onde também escreve a Pam Sorooshian. Este grupo tem resumos semanais por e-mail para quem, como eu, não consegue acompanhar a efervescência de discussões simultâneas no Facebook https://suepatterson.lpages.co/weekly-wrap-up/

(*) Esta lista poderá vir a ser editada para incluir outros recursos.

Rosmaninho, alfazema, lavanda, lavandin...

Rosmaninho, alfazema, lavanda, lavandin... é fácil ficar confuso com as denominações múltiplas para esta tão apreciada planta.

Em Portugal há 5 subspecies de Lavandula:
- Lavandula stoechas - Subspécie luisieri - também conhecida como rosmaninho;
- Lavandula stoechas (subspécie pendunculata)- também conhecida como rosmaninho;
- Lavandula latifólia  - também conhecida como alfazema brava;
- Lavandula stoechas (subspécie viridis)- também, conhecida como rosmaninho verde;
- Lavandula multifida L.

Sub espécies que não surgem naturalmente em Portugal:

- A subspécie de Lavandula conhecida como "LAVANDA VERDADEIRA", é a Lavandula ANGUSTIFOLIA, não ocorre naturalmente em Portugal e é a mais utilizada para a extracção dos seus óleos essenciais.

- O lavandin, um híbrido criado articifialmente em 1920, através do cruzamento da Lavandula angustifolia e a lavandula latifolia, ou lavandula spika (*).

Qual a lavanda mais recomendada para a extração de óleos essenciais?

A LAVANDULA ANGUSTIFOLIA tem a maior quantidade de ésteres (**), o que significa que ele terá o maior grau propriedades calmantes, de regeneração celular e, na fase primária das inflamações, de acção anti-inflamatória. Tem também uma quantidade significativa de álcoois com acção antifúngica, antiviral e fortes propriedades antibacterianas, e imunoestimulantes.

Principais benefícios da utilização de óleo essencial de lavandula angustifólia:

- Reduz anxiedade e stress emocional;
- Cicatriza cortes e queimaduras;
- Melhora a qualidade do sono;
- Restaura a tez da pele e reduz o acne;
- Contém antioxidantes que retardam o envelhecimento;
- Melhora eczema e psoríase;
- Alivia dores de cabeça;
- Repele insectos e cura as suas mordidas.

A Lavandula latifolia ou spika,  também é utilizada para a extração de óleos essenciais. É um excitante do sistema nervoso e não um calmante.Tem uma quantidade significativa de óxidos que trazem propriedades antivirais, descongestionantes, anti-mucolíticas, e estimulantes. Não tem tanto álcool como lavanda verdadeira pelo que não é tão eficaz como antifúngico, antiviral, bactericida ou imunoestimulante.

O lavandin conjuga as propriedades das duas anteriores.

Ao comprar um óleo essencial de lavanda ter em conta:
- se é extraído de plantas ou sintetizado em laboratório - no caso da lavanda, se não pode ser aplicado diretamente na pele é sintético;
- se é 100% puro - i.e. se não é diluído em óleos base e não contêm aditivos e conservantes como a cânfora que é um intensificador com acção neurotóxica;
- se é biológico/ sem químicos;
- se é L. Angustifólia, L. Latifólia ou Lavandin e escolher de acordo com o uso que se poretender dar;

(**) Ésteres são compostos orgânicos produzidos através da reação química denominada de esterificação: ácido carboxílico e álcool reagem entre si e os produtos da reação são éster e água.
Existem três classificações para os ésteres, eles podem se encontrar na forma de essências, óleos ou ceras, dependendo da reação e dos reagentes.

Artigos e websites consultados:

http://cbv.fc.ul.pt/Agrotec_11_38_Lavandula.pdf

http://brasilescola.uol.com.br/quimica/esteres.htm

http://asenhoradomonte.com/2016/03/28/fique-a-conhecer-os-5-tipos-de-lavanda-existentes-em-portugal/

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3612440/

 https://draxe.com/lavender-oil-benefits/

https://www.westcoastaromatherapy.com/lavender-vs-lavandin-vs-spike-lavender-essential-oils/

https://www.aromahead.com/blog/2016/04/18/lavender-spike-lavender-difference/

Gratidão ♥ *•.¸Paz¸.•♥•.¸Amor¸.•♥•.¸Sabedoria¸♥ •.¸Prazer¸.•♥•.¸Alegria¸.•♥•.¸¸ Vida

Setembro, tempo de renovação!



Hoje acordei com saudades deste cantinho virtual e com vontade de viver o ritmo outonal que - na latitude em que nos encontramos - se faz já sentir em pleno.

O outono faz-me recolher a um movimento mental, físico, emocional e espiritual mais interno, sinto necessidade de preparar o ninho tornando-o confortável e divertido para as longas horas que aqui vamos passar nos dias frios, de planear, sentir(me) e de contemplar.

Nesta altura, especialmente desde que abraçamos a aventura do ensino doméstico, atropelam-se na minha mente as ideias, projetos e listas de "coisas-por-fazer" e, para não me perder na urgência da planificação, tento dar vida às pequenas tradições outonais que fomos construindo ao longo dos últimos 8 anos.

Com as crianças, algumas das actividades que gosto de fazer são: preparar o altar de São Miguel, montar e pendurar o dragão que o Santo vai, vitoriosamente, domar, colher maçãs e amoras, na horta (ou em vasos) construir abrigos e carros para as fadas, regar e cuidar das abóboras, imaginar os disfarces de Haloween.

Nesta altura gosto de devolver às camas os cobertores pesados e quentinhos, (re)ligar o forno e o crockpot esquecidos nos dias quentes e fazer estufados, pizza, assados de batata doce e maçãs reineta, acondicionar as muitas caixas de alimentos frescos que, generosanente, nos oferecem, pendurar as camas de rede dentro de casa, reorganizar os brinquedos e livros, fazer listas de compras e listas de possíveis actividades fora de casa, "limpar" o computador  - é aqui que entra a vontade de fazer renascer este blog - e preparar os videojogos do mais velho, reorganizar as playlists musicais e podcasts, fazer listas de filmes que queremos ver.

A um nível emocional e espiritual, é nesta altura que melhor me conecto com o meu ciclo feminino e com a lua, que limpo os cristais e escolho os óleos essenciais que nos vão proteger e acompanhar nas noites longas, que tento retomar a minha pratica de yoga (este ano, pela primeira vez, rendida à kundalini yoga. Waheguru!)

É também nesta altura que percebo quanta bagagem, que já não me serve, quantos velhos hábitos prejudicais contrários à paz que desejo para mim e para os meus, ainda tenho para descarregar e, ao mesmo tempo, o quão abençoados somos.

Até já

Gratidão ♥ *•.¸Paz¸.•♥•.¸Amor¸.•♥•.¸Sabedoria¸♥ •.¸Prazer¸.•♥•.¸Alegria¸.•♥•.¸¸ Vida

um dia...

Demasiado ocupada para conseguir (re)escrever este blog mas que ainda me lembro, lembro...

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Nariz congestionado

A nossa menina está com o nariz congestionado, muito muco provocado pelo romper dos dentes, aliado a este quente / frio de um verão tão atípico e à viagem que estamos a fazer a Norte.
Não gosto de maquinetas de aspiração ou nebulizadores nem de pipetas de soro fisiológico, nunca as usei, por serem métodos invasivos e porque o sódio do soro é sal, o mesmo que queremos evitar nos alimentos e que acidifica as fezes.
Tenho vindo a experimentar abordagens, todas elas suaves e eis o que melhor funciona, connosco:
Limpeza externa do nariz com algodão embebido em infusão suave de folhas de salva. Limpa o nariz interna e externamente, basta deixar cair uma gota em cada narina, sem insistências, de forma doce.
Banho de imersão com sais de banho feitos em casa: sulfato de magnésio, bicarbonato de sódio, óleo essencial de lavanda e mistura de óleos‪#‎doterrabreathe‬.
A lavanda relaxa e abre os pulmões, o ‪#‎breathe‬ fomenta a libertação de muco e tem acção anti-bacteriana, os sais e bicarbonato promovem o relaxamento muscular e a desintoxicação do organismo.
Antes ou durante as sestas e durante a noite, massagem no peito, costas e ponto reflexo dos pés com maceração de azeite, alho, ‪#‎doterralavander‬, #doterrabreathe.
Reforçamos a acção dos óleos essenciais juntando o alho, forte antibiótico natural. A lavanda, diretamente no peito, induz o sono e a mistura de óleos breathe abre aa vias respiratórias permitindo inspirações relaxadas e profundas.
Para a promoção da cura e alívio dos sintomas, existe o ‪#‎nisykind‬, que pode ser utilizado por todos os bebés, ou os homeopáticos específicos a serem recomendados por um profissional.
Quando o lábio superior e/ ou nariz fazem vermelhidão/ ferida, a calêndula em pomada apazigua o ardor e promove a cicatrização. Esta é das bruxinhas.
Quando estamos em casa utilizo também os óleos essenciais no difusor, ‪#‎doterraonguard‬ durante o dia e #doterrabreathe + #doterralavander, durante a noite e sinto efeitos mais rápidos.
Depurar a alimentação, oferecendo muita fruta e legumes frescos e excluindo cereais processados, tal como, muita mama, fomenta a desinflamação.
Os talos de aipo e funcho, frios, são mordedores perfeitos dando alívio imediato das gengivas e promovendo a desinflamação.
A minha loja on-line http://mydoterra.com/catitamaciel
Aspiração mecânica, técnica africana. Funciona muito bem com bebés pequenos.
https://youtu.be/lfZjYx_hHoc

Um véu que nos une.

Para todas as mamãs que se questionam se gostarão mesmo dos seus bebés, se eles as reconhecem,  se estarão a fazer o suficiente e a fazer bem. Para todas as mamãs que, estando desmemoriadas e exaustas de tanto dar, não entendem porque os seus bebés parecem sorrir a toda a gente, dar beijos e abraços a toda a gente mas não sorriem ou beijam a mãe.




Vou passar a mensagem da mesmo forma que a ouvi,, tentando passar a sua magia pois é muito bela e acompanha-me, com muita emoção, desde que o meu filho mais velho era ainda bebé.




Alguma vez viram uma imagem da Virgem com o menino Jesus, como a da Capela Sistina? Há imensas, em todas as variantes cristãs, incluindo as ortodoxas russas.


Images pieuses (La Vierge et l'Enfant)


Em todas as imagens, a virgem é representada com um manto azul, que a protege do mundo exterior e a resguarda, com o seu menino e, com um manto translúcido/ branco/ beije que passa pela sua cabeça e pelo peito e costas do menino Jesus, seu filho.




Este pano de cor clara, é a energia vital que une a mãe e o filho. A energia de que a mãe dispõe para alimentar o filho nos seus corpos físico, emocional, mental e espiritual.




Até aos 8 meses (mais coisa menos coisa), a criança depende da energia vital da mãe e, para ela, não existe separação entre as duas,  é como se mãe e filho fossem um só. A criança não sorri para a mãe, porque não sorri para si própria, tal como não sorri para o seu reflexo no espelho.




Esta visão foi-me dada pela médica antroposófica Manuela Tavares, numa das consultas em que eu me queixei de estar exausta e pedia suplementos vitamínicos que me ajudassem.

A médica respondeu que, de admirar seria eu não estar cansada e sem memória pois a minha energia vital é que mantinha o meu filho vivo. Era eu, com a mama, carinho, presença, que estava a permitir o seu processo de encarnação, se eu tivesse muita energia - ou tanta energia quanto antes do nascimento do meu filho - é porque a minha energia vital não estava a ser dividida com o meu filho e, por consequência, ele estaria menos saudável, menos inteiro no seu processo de encarnação (de etérico a físico). Quanto mais forte o processo de encarnação, maior capacidade do indivíduo para ultrapassar os fatores hereditários que enfraquecem os seus diferentes corpos. (*)




Por ter gostado tanto desta explicação, coloquei um quadro da virgem com o menino no meu quarto. Ajudava-me a lembrar que tudo estava bem. A observação de obras da virgem com o menino, acompanhadas de inspirações e expirações profundas, passou a ser uma das minhas formas de meditação.




Também comecei a reparar que nas imagens em que o menino já fica de pé, ou em contacto direto com outras pessoas, embora no colo da mãe, o manto azul envolve apenas a Virgem, não fazendo sombra sobre o menino, e o véu transparente desaparece.

Há uma sabedoria ancestral que foi transmitida através da pintura e escultura e que, para a população em geral, se perdeu.

Sinto muito carinho quando observo representações explicitas ou ocultas, relativas à maternidade, que apesar de não serem vinculadas pela maioria, são verdadeiras no meu dia-a-dia, é para mim, como a reificacão da pertença a uma quase infinita linhagem de mulheres, que nutre e abençoa a mãe que eu sou e a minha relação com os meus meninos.




Podem procurar uma imagem on-line, imprimir, guarda-la como pano de fundo do ecrã...
https://www.google.pt/search?q=madonna+michael+angelo&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0CAcQ_AUoAWoVChMI3PKvqKrExwIVwlgUCh22mAQp&biw=1366&bih=657#tbm=isch&q=madonna+and+jesus+peinture




Há quem descarte totalmente a abordagem antroposófica do desenvolvimento do ser humano por acreditar que a antroposofia é a favor do desmame precoce. Essa é apenas uma das interpretações arbitrárias das palavras de Steiner. Nestes links aborda-se a amamentação na antroposofia:




http://www.waldorfwithoutwalls.com/articles/breastfeeding




http://www.christopherushomeschool.org/early-years-nurturing-young-children-at-home/the-waldorf-baby.HTML



(*)  "Coming from pre-earthly existence, the individual human spirit has to seek out possibilities in its own body and in the social environment that will enable it to fulfil itself. Especially during the first three seven-year periods of life it shapes its body into an instrument that can serve the active achievement of destiny, and this body ought to present no obstruction. During the early years of life a battle ensues between the individual spirit and the powers of heredity.The latter will win either if they are too strong in themselves or if the incarnating ego is too weak to take hold of its body in an individual way." (file:///C:/Users/foto/AppData/Local/Temp/JAM4.pdf)


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A febre

A febre foi-se embora, não sei se foi uma trégua passageira ou o fim definitivo da luta.
Foram  4 dias de hipersensibilidade, nariz congestionado, dor de ouvido, dificuldade em dormir, dentes a romper, seguidos de dois dias de pausa e 48 horas, ininterruptas, de temperaturas entre os 37,5 e os 41, muito gemido, muitas lágrimas, muito cocó verde - que ainda não desapareceu - muito vomitado e dor ao urinar. Sobretudo, 8 dias de muita, muita, muita mama e noites mal dormidas, em viagem.
Nestas crises eu sinto-me gigante, protetora, sábia conhecedora dos homeopáticos, das plantas, dos óleos essenciais, dos alimentos, a que nutre, dá conforto, embala e cura, a que tem em casa e na rua, na bolsa, todas as mezinhas, todos os frascos necessários, a que compilou todos os textos e cabulas, sempre prevenida, calma e confiante. 

Ao mesmo tempo, o cansaço (exaustão?) fazem-me vacilar, duvidar que o nosso sistema imunitário consegue reagir aos invasores, debela-los, sem químicos, e vou-me abaixo, considero ir ao hospital, encontrar a pílula mágica, procuro todos os momentos em que falhei, pretendo-me culpada, (i)responsável, incapaz e choro. Choro e desejo não saber nada, delegar a responsabilidade nos médicos, deixar de pensar, deixar de decidir. 

Nestas alturas, preciso do olho atento e do apoio do pai, das palavras sábias e amigas que só os melhores terapeutas sabem dar. Nestes momentos, preciso de comer, dormir e de recuperar a confiança em nós. O mais velho ajuda-me também a acreditar, como exemplo vivo de uma vida não medicada, com as suas mãozinhas que fazem reiki, massajam, dão mimo. E, desta vez, e pela primeira vez numa doença, tive a ajuda de avós e tios, que nos deram dormida, comida e muito carinho.

Em todas as crises, poucas horas depois da dúvida, a febre desceu, os primeiros sinais de pico de desenvolvimento surgiram e eu vi os meus filhos a juntar as primeiras silabas, a dar o primeiro passo... Esta vez não foi exceção mas foi a primeira febre do meu "ultimo" bebé. Ohhh deusa, não me sinto preparada para a ver crescer, não estou preparada para o fim da fase "em braços", permite-me, sábia mãe, mais tempo de mama, colo, abraços e sorrisos, com muita saúde.

As nossas terapeutas:

Homeopatia - Dra Mariana Caixeiro - http://www.eutratovocecura.com/

Nutrição - Dra Carla Fernandes - http://www.carlafernandes.eu/

Os nossos óleos essenciais, probióticos e multivitaminicos:
www.mydoterra.com/lunar/

Links úteis:
http://guiahomeopatico.com/tratamento-das-febres-de-crianca/

Inspiração Fevereiro 2014 | Lua do Sonho


Fairy tale story prop basket
http://theimaginationtree.com/2013/05/fairytale-storytelling-basket.html

http://www.themagiconions.com/category/seasonal-crafts/winter-crafts

http://theimaginationtree.com/2013/02/baby-play-circles-treasure-basket.html

http://littlewoolmaus.com/2011/04/magical-etsy-find-mama-west-winds-waldorf-inspired-peg-dolls/

http://www.themagiconions.com/2011/03/discovering-waldorf.html

http://theimaginationtree.com/2011/11/30-days-to-hands-on-play-challenge_17.html




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Amar o trabalho

A ouvir um dos "meus audios" e diz a oradora que, uma das falácias do mundo moderno (e das suas correntes mais espirituais) é que se nos dedicarmos a um trabalho que "amamos", se vivermos e trabalharmos de acordo com a "nossa verdade", se respondermos "à chamada", vamos ter muito sucesso, dinheiro, contribuir para mudar o mundo, para melhor.

A verdade é que, se trabalharmos naquilo que amamos, se seguirmos a "nossa verdade" (ou qualquer outra expressão que queiram aqui colocar), a única coisa que vamos conseguir, garantidamente, é trabalhar naquilo que amamos! E, trabalhar naquilo que se ama é algo que muitos, mas mesmo muitos, milhões de pessoas, no mundo inteirinho, não podem fazer ou, nem sabem existir.  Se ficamos, ou não, ricos com esse trabalho, se conseguimos, ou não, pagar as contas ao fim do mês, é outra história e, talvez, seja mesmo outro trabalho/emprego.


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Ómega 3 na pré-concepção e gestação

Segundo o Dr. Mércola, as células fetais não podem formar gorduras ómega 3, ou seja, um feto deve obter todos os seus ácidos gordos através da dieta da mãe.

As concentrações de  DHA na dieta da mãe, influenciam directamente as concentrações de DHA do feto em desenvolvimento .

DHA ( ácido docosahexaenóico) é tão essencial para o desenvolvimento de uma criança que, se uma mãe e bebé apresentam uma deficiência deste, o sistema nervoso da criança e o sistema imunológico podem nunca desenvolver plenamente. DHA transforma-se em 15 a 20 por cento do córtex cerebral e 30 a 60 por cento da retina, de modo que é absolutamente necessário para o desenvolvimento normal do feto no útero, tal como, após nascimento do bebé.  

Alguns investigadores acreditam que a pré-eclâmpsia (pressão alta associada à gravidez), parto prematuro e depressão pós-parto, podem estar ligadas a uma deficiência de DHA dado que o feto, para se desenvolver, esvazia as reservas de DHA da mãe.(http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2011/10/18/probiotics-may-reduce-risk-of-birth-defects.aspx) 

Mais informações sobre pré-eclampsia e ómega 3 são fornecidas por Michel Odent e podem ser consultadas em wombecology.com (http://www.wombecology.com/?pg=preeclampsia) 

Michel Odent diz-nos que "os reguladores celulares, comummente chamados prostaglandinas, são feitos a partir de ácidos gordos poliinsaturados. Existem três famílias de prostaglandinas, e cada família inclui várias substâncias. A relação entre as prostaglandinas disponíveis é influenciada pelos hábitos alimentares. Este rácio participa na regulação do fluxo sanguíneo que chega à placenta e no crescimento do feto. As prostaglandinas estão envolvidas na fisiologia do parto." (http://www.wombecology.com/?pg=nutritionpregnancy)

É importante notar que o ómega- 3 de gorduras à base de plantas (como a linhaça ) não oferecem os mesmos benefícios que as de origem animal , porque a maioria de nós não pode converter o ALA em gorduras à base de plantas, para a quantidade adequada de DHA que é necessária . Podemos consumir ómega-3 à base de plantas mas médicos como o Dr. Mércola e Dr. Michel Odent, não recomendam que seja a única fonte. 

Igualmente importante é a componente do ómega 3 designada de EPA pois se o DHA suporta o cérebro, olhos e sistema nervoso central, o EPA, suporta o coração, o sistema imunológico, e resposta inflamatória. 

Aqui um bom resumo científico sobre o tema http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12442909

E o incontornável Mércola, com todas as suas percentagens, factos e estudos http://www.mercola.com/beef/omega3_oil.htm; http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2012/02/06/without-krill-oil-your-brain-could-degenerate.aspx; http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2009/10/06/Can-Omega3s-Affect-Your-Heart-and-Mind.aspx; 

Ómega 3 versus ómega 6

O ómega 3 reduz a inflamação.

O ómega 6 proporciona a inflamação, em caso de infecção, contusão, distúrbios emocionais. i.e. quando há perigo para o organismo. É bom que haja inflamação pois é a resposta do nosso corpo ao perigo, no entanto, um organismo permamentemente inflamado, é um organismo em perigo. 

Quando a proporção de ómega 3/ 6 está a ser afetada, por exemplo, pela ingestão de alimentos nocivos, o corpo pode começar processos inflamatórios com vista a expulsar o agente inflamatório - o alimento - que provoca a maioria das inflamações crónicas que conhecemos.

O ómega 3 não deve ser ingerido nas duas semanas antes de uma cirurgia pois interfere com a coagulação do sangue. Idem para o ferro. Portanto, nem ómega 3 nem ferro deveriam ser consumidos nas duas semanas antes do parto.


"Desde a Segunda Guerra Mundial, os animais de criação, que nos dão a carne , manteiga, leite, queijo, natas e ovos não são mais nutridos com erva e folhas mas sim com soja e milho. A erva é muito rica em ómega-3, mas o milho não contém nenhum ómega 3 e os produtos de soja contém muito pouco . Os produtos de origem animal que comemos agora são, portanto, altamente desequilibrados, com demasiado ómega-6 e muito pouco ómega-3. Uma vez que estes alimentos são (erroneamente ) a base da dieta ocidental , os estudos mostram que quase todos nós estamos em desequilibro, com um forte excesso de ómega-6.

Em média, as pessoas no Ocidente têm de 10 a 15 vezes mais ómega-6 do que ómega-3. Esta é uma das razões pelas quais todas as doenças que são nutridas pela inflamação (artrite , alergias, problemas cardíacos, Alzheimer, depressão e cancro) estão em progressão constante nos países ocidentais.

Para verificar a sua própria proporção de omega-6/omega-3, pode pedir um técnico para tirar  sangue e enviá-lo para um laboratório especializado que mede ómega-6 e ômega-3 presentes nas células vermelhas do sangue. A relação entre eles é um relfexo relativamente constante das proporções de ómega-6 e ómega-3 em todo o corpo , incluindo o cérebro .

Se a proporção de omega - 6 (total ) / ómega - 3 (total ) é superior a 10 , o corpo está num estado de inflamação - uma inflamação que é, pelo menos, " silenciosa" e possivelmente manifesta ( artrite ou outras doenças ) . A fim de melhor se proteger contra o cancro, você deve idealmente fazer essa relação descer abaixo de 3."


Fontes Alimentares de ómega 3 e ómega 6:

Os ómegas 3 e 6, nos nossos corpos, advém exclusivamente na nossa alimentação. Para equilibrar o rácio, tudo o que necessitamos de fazer é diminuir as fontes de ómega 6 - promotoras da inflamação 3."

Fontes de ómega 6:
- carne vermelha , especialmente se  é produzida por técnicas de agricultura industrial;
-  laticínios e  ovos de produção industrial;
- óleo de girassol;
-  óleo de milho;
- óleo de palma
- produtos indistrualizados feitos com gosdura vegetal;
- fritos;
- bolachas, batatas fritas, snacks variados e embalados estão incluídos nesta listagem, incluindo os biológicos.


Fontes de ómega 3:

-  azeite; 

- peixes azuis pequenos, 2 x por semana, especialmente sardinha, anchova , cavala, salmão (embora vários investigadores afirmem não ser a melhor fonte de ómega 3 devido à contaminação. ver Mercola e gentlebirth) 

- nozes;

- vegetais verdes;

- sementes de chia;

- sementes de linhaça (moídas na hora, ricas em ALA http://www.mudaomundo.org/nutricao/omega-3/ricos_ala) 

-  óleo de linhaça (apenas no último mês de gestação pois pode acelerar o trabalho de parto http://www.gentlebirth.org/archives/nutrition.html#Omega-3)

- mariscos 

- eliminar peixes grandes e peixes de fundo, pelas concentrações elevadas de metais.

Não ingerir peixes de aquacultura.

Atenção pois ovos, carne peixe alimentados a ração tem a proporção de 03*O6 invertida. Não só não tem ómega 3 suficiente como tem muitas vezes mais ómega seis do que o recomendado.



Suplementação: 

Se suplementado, escolher uma combinação de  EPA- DHA.

As recomendações de dosagens, na Europa, variam entre 250 miligramas de uma combinação de EPA E DHA e, em caso de gravidez, um aporte adicional de 200 mg de DHA a, 300 mg de uma combinação de EPA e DHA, das quais, pelo menos 200, deverão ser de DHA. (http://books.google.pt/books?id=NFByNu2-nHcC&lpg=PT103&dq=epa%20pregnancy&hl=pt-PT&pg=PT103#v=onepage&q=epa%20pregnancy&f=false), Nos EUA, aconselha-se entre 500 a 900 mg de DHA , durante a gravidez (http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2008/08/14/is-krill-oil-48-times-better-than-fish-oil.aspx) 

Não esquecer a DDR de ómega 3 depende da quantidade de ómega 6 ingerida, é uma questão de proporção (http://chriskresser.com/how-much-omega-3-is-enough-that-depends-on-omega-6) 

Óleo de Krill (http://www.drugs.com/krill-oil.html). Segundo o Dr. Mércola "contém EPA e DHA em uma estrutura de fosfolipídios de dupla cadeia que torna muito mais absorvível do que o ômega-3 em óleo de peixe. Krill é um recurso limpo , sustentável e também não apresenta os riscos de contaminação que comer peixe faz." 
(http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2011/10/18/probiotics-may-reduce-risk-of-birth-defects.aspx) 

Dosagens em suplementos:

Multivitaminico Omnibionta que contém 200 mg de DHA mas não contém EPA (http://www.omnibiontapronatal.be/fr/vitamines/quel-produit-choisir/omnibionta-pronatal-dha) 

Óleo de peixe concentrado contém 160 mg de EPA e 100 e DHA. http://www.solgar.pt/SolgarProducts/Oleo-de-Peixe-Concentrado-1000mg-Capsulas-Moles.htm

Ergy 3 da Nutérgia contém  360 mg de EPA e 240 mg de DHA (http://www.nutergia.com/complement-alimentaire/fr/produits-nutergia/vos-besoins/equilibre-lipidique/nutergia-ergy-3_BQ.php) 

EPA/GLA da Solgar com 180 mg de EPA e 120 mg de DHA (http://www.solgar.pt/SolgarProducts/EPAGLA-Capsulas-Moles.htm) 
Ómega 3-6-9 da Solgar não é aconselhável por ter óleo de linho (http://www.solgar.pt/SolgarProducts/EFA-1300-mg-Omega-3-6-9-Capsulas-Moles.htm) 

O ómega 3 double strength, também da Solgar, ultrapassa a DDR de EPA E DHA o que pode levar a um aumento do perímetro cefálico de tal forma que se faça sentir no parto vaginal (http://www.solgar.pt/SolgarProducts/Omega-3-Dupla-Potencia.htm)


Contra indicações:
Com o aumento da ingestão de ómega 3, verifica-se um aumento do perímetro cefálico do bebé o que pode não ser desejável para um primeiro parto vaginal (http://www.gentlebirth.org/archives/nutrition.html#Omega-3)

Uma quantidade excessiva de ómega-3 pode causar hemorragia e hematomas. Parar o consumo duas semanas antes do parto. 

Óleo de Figado de bacalhau, uma boa escolha?


Segundo o Dr Mércola, os benefícios do óleo de fígado de bacalhau estão na vit D e não na A que já existe em quantidade suficiente na alimentação ocidental e cuja suplementação pode ser tóxica.

O Dr Mércola representa a WAPF (weston A Price Foundation) pela qual eu alinho a minha alimentação e a WAPF considera que não há absorção de vit D sem vit A pelo que continua a recomendar a ingestão de óleo de fígado de bacalhau mas para se ter cuidado com a ingestão de vit D. isto é, a vit A em excesso é toxica se não for acompanhada pela ingestão de vit D. Mais, nos óleos de fígado de bacalhau de compra corrente as dosagens de Vit A chegam ser 120000 vezes superiores às dosagens de vit D, quando devia ser o contrário.

Não existe em Portugal nenhuma marca de óleo de fígado de bacalhau com as dosagens de Vit A/ vit D corretas portanto é melhor elimina-lo da dieta a não ser que se ingira uma dose elevada de vit D. Aliás, seria interessante todas fazermos uma análise para verificar os níveis de vit D e D3.

Há estudos que provam que o ómega 3 não surte os efeitos que as marcas que os comercializam garantem. Aqui fica um link para ler e reflectir sobre o assunto: http://www.nutraingredients.com/Regulation/EFSA-rejects-Merck-omega-3-health-claim

Veganas e vegetarianas encontram no site gentlebirth.org muita informação sobre ómega 3 (http://www.gentlebirth.org/archives/nutrition.html#Omega-3) tal como, no site mudaromundo.org que tem uma componente específica sobre o tema (http://www.mudaomundo.org/nutricao/omega-3/recomendacoes#supl). Ler também sobre as algas amarelas (http://www.gabrielcousens.com/DRCOUSENS/DRCOUSENSBLOG/LETTERTODOCTORMERCOLA/tabid/525/language/en-US/Default.aspx). 



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Folato na pré-concepção e gestação

O ácido fólico pode ser também chamado de folato, folacina, ácido pteroil-L-glutâmico ou vitamina B9. 

É importante ter em consideração que o folato pode ser encontrado nos alimentos ao passo que o ácido fólico diz respeito à forma sintética de folato que se encontra na suplementação articifial (http://chriskresser.com/folate-vs-folic-acid)

Fontes alimentares:


- Ingerir diariamente vegetais de  folha verde: espinafre, repolho, couve, espargos (frescos, biológicos, crus ou a vapor);


- Algas (demolhadas e não utilizar a água de demolhar);


- Nabo (pode ser ingerido cru se cortado em finas tiras, por exemplo, com um utensílio de fazer espirais);

- Fígado (apenas se for biológico);

frutos secos;

- Levedura de cerveja;

- Diminuir ou eliminar o consumo de grãos, mesmo os integrais, pois o organismo necessita de utilizar as suas reservas de minerais para os digerir;

- Não cozinhar os alimentos a latas temperaturas pois degrada-se;


- Aumentar a ingesstão de gorduras saudáveis (ver mensagem que se segue); 


Para mais informações sobre alimentação e gravidez, para não vegeratianas ou vegans, aconselho a leitura do livro Healing Our Children, baseado numa alimentação de nutrientes densos. (http://www.healingourchildren.net/Pregnancy_Diet/Folic_Acid_for_Fetal_Health.html) 

Suplementação:

O ácido fólico pode ser suplementado isoladamente, ou como parte de um multivitaminico. Para que seja absorvido pelo organismo deve ser consumido sob a forma de metafolim ou metafolato, formas raramente encontradas na medicação disponível em Portugal (http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2011/10/18/probiotics-may-reduce-risk-of-birth-defects.aspx) 

Em Portugal, os suplementos de ácido fólico tem 5 miligramas (5000 micogramas) e recomenda-se que se tome 1 por dia até ao final da gravidez. (http://www.infarmed.pt/infomed/download_ficheiro.php?med_id=49352&tipo_doc=fi...)

Nos EUA recomenda-se 400 a 800 micogramas (0,4 a 0,8 miligramas) por dia, na pré-conceção e nos primeiros meses de gravidez. (http://www.womenshealth.gov/publications/our-publications/fact-sheet/folic-acid.pdf)

Em Inglaterra recomenda-se 400 micogramas (0,4 miligramas) na preconceção e 12 primeiras semanas de gravidez e 0.5 mg em casos de casos risco.(http://www.food.gov.uk/multimedia/pdfs/evm_folicacid.pdf)

O FOLIPER tem 1 miligrama de ácido fólico +  ferro. (http://www.bial.com/imagem/Folifer.pdf)

O FOLIFER, não cumpre as dosagens recomendadas de nenhum dos países anteriormente referidos, não contém metafolin ou metafolato e ainda tem ferro numa forma que não é bem absorvida pelo organismo, provocando transtornos intestinais mais ou menos severos, dependendo da condição prévia da gestante.

O FOLIFER tem também lactose o que pode ser a causa da diarreia observada em algumas das gestantes que o ingerem.

Não há nenhuma explicação para uma tão grande discrepância nas dosagens administradas a portuguesas e Norte Americanas e Inglesas... teremos nós menos folato  à priori? Sendo uma das causas da deficiência de folato a toma da pilula contraceptiva, será que as portugueses tomam a pilula durante mais anos, ou pilulas mais fortes, do que as mulheres de outros países?

Na plataforma HEAL THY SELF, encontra-se uma extensa lista de estudos científicos que analisam as consequências negativas, a longo prazo, da ingestão de ácido fólico durante a gestação, http://heal-thyself.ning.com/profiles/blogs/folate-vs-folic-acid

Sabendo que a alimentação moderna não é exemplar no que concerne o aporte de vitaminas, minerais, ómegas e folato, e no caso de uma grávida optar pela suplementação, recomendo:

Omnibionta pronatal + DHA - vitaminas, minerais (incluindo ferro), metafolin, ómega 3, sem lactose. Infelizmente tem também ácido fólico e vit a e não tem EPA. (http://www.omnibiontapronatal.be/fr/vitamines/quel-produit-choisir/omnibionta-pronatal-dha) 

A Solgar disponibiliza folato sob a forma de prep de acido pteriolmonoglutâmico que não contém metafoli ou metafolato(http://www.solgar.pt/SolgarProducts/Acido-Folico-400-mcg-Comprimidos.htm). A mesma marca vende folato como metafolim, confirmar se é vendido em Portugal e, em caso afirmativo, optar pela dosagem de 400mcg (http://www.vitasprings.com/folate-400-mcg-metafolin-100-tablets-solgar.html#.UvgG_Pl_tvs).

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